terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Do FGTS



E de repente milhões de pessoas terão acesso a um dinheiro que geralmente só vem na desgraça: quando se é demitido sem justa causa, doenças terminais, morte, desastres naturais, etc, o famigerado FGTS. Aquele dinheiro que descontam do salário para roubar assegurar o trabalhador.

Em 2009, quando arranjei meu primeiro emprego, trabalhei por 4 meses em uma empresa e fui dispensada quando o semestre acabou. Como eu era bem inexperiente, fui dar baixa nas documentações e não retornei para retirar o residual do meu FGTS. E como o valor era irrisório eu nem liguei pra ele, até porque eu já estava trabalhando menos de um mês depois da demissão, reuni todas as energias pro emprego novo.

De lá pra cá, o residual irrisório está em R$ 70,44 e a partir de 10 de abril poderei botar as mãos deles, que alegria. Fui no site da Caixa para fazer a consulta do saldo e qual foi minha surpresa quando li "Para esse NIS/PIS/PASEP não foram encontradas contas inativas habilitadas para saque pela MP 763/16."  Aí fui investigar. Como assim que não foi encontrado nada? Achei aqui a resposta: o site está configurado para apenas quem foi mandando embora por justa causa ou pediu demissão. Quem foi mandando embora sem justa causa e por algum motivo ainda tem saldo não consta na base deles. Alívio.

Aí pode ser que alguém lendo pense "isso tudo por causa de R$ 70 reais?" Sim. Não tenho dívidas, então esse dinheiro chegará limpinho na minha mão e considerando o rendimento do FGTS que é pífio e ridículo, se eu juntar essa graninha com o que invisto por mês já vou fazer um investimento muito melhor. 

Bom seria se o FGTS ficasse disponível sempre que o empregado saísse sa empresa, independentemente do motivo. Isso evitaria aquela relação horrível de "odeio esse emprego, quero sair daqui, mas não quero pedir para sair para não perder o FGTS, acho que farei um acordo". Ou se o FGTS nem existisse e não houvesse mais descontos... mas aí já seria sonhar muito alto, ainda mais com o tipo de política que temos.

Enfim... quais os planos para o seu FGTS?

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Das Minhas Plantas!

Momento orgulho da semana: minha pimenteira está dando sinais de germinação:


Esse é meu pézinho de manjericão. Quando ganhei a muda, era um vasinho menor e só tinha a plantinha grande. Transplantei para um vaso um pouco menor e ele está se multiplicando :)


E esse vasinho feioso pouco desenvolvido é uma tentativa de plantar agrião, mas acho que isso que tá crescendo aí é erva daninha. De qualquer maneira, fui eu mesma quem plantou hahaha.


Se tudo er certo, até o fim do semestre eu terei uma hotinha de temperos em casa. Preciso muito da pimenteira para afastar certos olhos grandes que tem me botado no trabalho dar um sabor a mais na comida. Temperos frescos são sempre os melhores.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Da Minha Relação com o Dinheiro - Pt. II

Se você perguntar a qualquer especialista em finanças sobre o que vale mais a pena: maior aporte ou maior taxa de investimento, ele vai dizer que o mais importante é o aporte. O Bastter, que pra mim é um dos melhores a explicar investimentos fala sobre isso aqui. Em resumo, vale mais a pena você investir R$ 500,00 a uma taxa de 6% ao ano do que R$ 300,00 a uma taxa de 10% (se não acredita, faça a conta aqui). E, obviamente, é muito mais fácil e seguro reduzir o consumo e custo de vida do que caçar rentabilidades exorbitantes, que geralmente estão atreladas a um maior risco (mercado de ações, por exemplo). Então, coube a mim a escolha de viver abaixo das minhas possibilidades.

Com uma vida mais frugal e começando a aderir ao minimalismo estou tendo metade eu disse metade do meu sálario para investir. Isso sem contar com as rendas extras que tenho, que podem não pagar muito, mas é uma grana que pinga durante o mês. Eu cheguei a conclusão de que quanto menor for meu custo de vida, mais fácil será para ter uma reserva de emergência, para aposentadoria, para abrir um negócio, para viajar, etc. Eu não preciso de muito. Quanto menos eu precisar, mais leve a vida será. Não estou aqui pregando voto de pobreza, longe disso! Sugiro apenas uma reflexão sobre os gastos: será que o compro é realmente algo que preciso? ele agrega algo para mim ou me afasta da compra de algo que eu realmente precisaria, mesmo que não seja agora,mas lá no futuro? Esse pensamento tem funcionado pra mim e não tenho me privado das coisas. Continuo saindo para comer fora, mas nunca mais sozinha. Comer fora agora é para confraternizar com pessoas queridas. Continuo cuidando da estética, mas agora cuido do cabelo e da pedicure em um salão mais em conta que dá desconto para pagamento à vista e só faço lá coisas que eu não conseguiria fazer sozinha (olha o custo x benefício aí). Continuo comprando lanchinhos, mas ao invés de comprar quando me dá fome, compro no atacadasita nas compras do mês de uma só vez e aí coloco na bolsa térmica para ir comendo durante o mês. Não sou daquelas pessoas paranóicas que deixam de ter lazer, sair e consumir por medo de gastar. Meu lazer é barato (meu hobby #1 é ler, baixo os PDFs de quase tudo oq ue me interessa e se não acho pra download, compro no Estante Virtual ou sebo e se não há, aí eu compro novinho de boa), eu continuo saindo e consumindo, mas de forma racional. É uma linha tênue que separa os dois extremos e a graça de viver é justamente ter esse equilíbrio.

Quanto ao dinheiro que invisto, ele tem seus propósitos, até porque dinheiro é um meio e não um fim, mas sobre isso eu falo em outra ocasião. Por hoje, apenas fica a reflexão sobre a qualidade dos nossos gastos e consumo.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Da Minha Relação com o Dinheiro - Pt. I

Em meados de 2014 eu comecei a me interessar por finanças pessoais e resolvi poupar e investir dinheiro. Aprendi bastante sobre Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA e afins e criei uma conta numa corretora de valores e em um banco de investimentos, além de migrar minha conta essencial do Itaú para a iConta. Fiquei uns 5 meses tendo uma vida financeira regrada e juntei um dinheiro legal para o fim do ano. E aí veio a Black Friday, compras de Natal, festas de fim de ano... e meu dinheirinho foi todo!

De lá pra cá tudo o que eu ganhava eu gastava. Não ficava devendo, ficava no zero a zero. Minhas faturas do cartão vinham altas porque eu pagava tudo no cartão de crédito, mas como eu sempre tinha como pagar antes de vencer, pra mim estava tudo bem. Mas aí eu notei que era quase meu salário todo para pagar o cartão. Só não era todo porque o dinheiro para ajudar nas contas de casa era sagrado eu reservar, mas fora isso era tudo para pagar a fatura. Meu caos financeiro ocorreu em setembro-outubro-novembro do ano passado. Eu esqueci de pagar a fatura de setembro (um dia eu explico sobre como minha inteligência simplesmente travou por dois meses no ano passado) e isso virou uma bola de neve que só consegui extinguir de vez no mês passado.

Eu tendo a ser controlada com meus gastos, juro. Sou econômica (não sovina!) e gosto de medir o custo x benefício das coisas. Não à toa minhas matérias favoritas na faculdade de Administração era Economia (micro, macro) e Mercado de Capitais. Eu queria ter feito Economia; um dia, quem sabe, eu farei. Só que ao mesmo tempo que tenho capacidade para inteligência financeira tive alguns períodos de vazio na vida que eu supria comprando. Nesse post eu expliquei como gostava de sair do trabalho e ir direto comer alguma coisa como forma de compensação. Fazia a mesma coisa comprando roupas, calçados, bolsas e uma porção de coisas que enchiam meu guarda-roupa e quarto mas não enchiam algo dentro de mim. Eu estaria mentindo se dissesse que meu vazio está agora totalmente preenchido, mas de maneira muito honesta eu garanto que aprendi que seja lá qual for essa lacuna não são compras de consumo ou refeições fora de casa que a preenchem. 

E foi concluindo isso que no fim de novembro/2016 eu resolvi dar um basta ao consumo desenfreado. Eu tinha uma bola de neve no cartão de crédito a pagar, então tomei algumas decisões impopulares:
  • Peguei com o banco o adiantamento do 13º para pagar a fatura de dezembro. E ainda faltou uma parte...
  • Passei o mês inteirinho de dezembro comendo o que eu tinha em casa, levando pro trabalho e tals. Só houve um dia em dezembro que comi fora, R$ 4,00 de lanche porque eu não tive tempo pra tomar café da manhã e nesse dia eu trabalharia até tarde.
  • Não comprei quase nada nesse mês. E mesmo assim, o pouco que comprei foi pouco mesmo: barra de chocolate pro amigo oculto de uma turma que eu dava aula, uma pomada pra uma alergia que tive, os presentes pra uma criança que apadrinhei no Natal e o meu celular (que comprei por extrema necessidade como contei aqui). E só.
  • Para presentear a família no Natal, usei coisas que eu já tinha. Mãe e avó ganharam potes de vidro, hidratantes e caixas de sabonetes que eu tinha estocado durante o ano devido às compras por impulso. Meu pai ganho um perfume que comprei pra mim e nunca tinha usado. O marido da minha avó ganhou um cartão vale compras das Lojas Americanas de R$ 25,00 que eu tinha ganho e não tinha usado até então.
Aí consegui quitar tudo: fatura, juros da fatura, juros do empréstimo do adiantamento do 13º (saiu mais barato fazer isso a deixar vencer a fatura e pagar só quando viesse o 13º. No ano passado o bendito veio em uma parcela única, no dia 20/12). Como nunca tinha passado por isso, foi com muito desprazer que vi que na fatura de janeiro também tinha um resíduo de juros da fatura, mas como eu estava já no azul paguei de boas e ainda me sobrou dinheiro porque eu quase não usei cartão em dezembro. Tirei 20 dias de férias em janeiro e recebi por elas e fiquei rycha! num azul da cor de um céu de verão e tratei de começar a voltar a investir. Voltei pro Tesouro Direto, pro banco de investimentos, retomei meus estudos sobre economia e finanças e desde então só tenho a aproveitar o saldo positivo.

O cartão de crédito eu continuo usando, mas com muita sabedoria. Sabe o celular? Eu chorei com o gerente da loja um desconto porque pagaria à vista, mas ele disse que o preço seria o mesmo, então parcelei a compra num monte de vezes só de raiva e joguei o dinheiro que eu tinha para pagar à vista na poupança. Sim, sei que o dinheiro não vai render nada,mas o ponto aqui foi ganhar pontos com o o uso do cartão e já ter o dinheiro reservado para pagar as parcelas já que não me foi dado desconto à vista. Como anoto todos os meus gastos (até um ocasional café entra no caderninho), no fim do mês eu sei exatamente quanto vou pagar na fatura e já me programo. Outra coisa: meus cartões de crédito (sim, no plural. Tenho 2, mas o meu Nubank eu nunca uso, só mesmo quando terei alguma vanatagem em relação a data que a fatura fecha) são sem anuidade e não pago taxa alguma ao banco. Eu fui trouxa no ano passado, mas não trouxa a esse ponto hahaha. Eu sempre achei que era o banco que devia me pagar por ser cliente deles e nao contrário, então me recuso a pagar para usar uma conta bancária e cartão de crédito. Na internet tem vários blogs e vídeos no Youtube explicando como conseguir essas isenções, só dar uma pesquisada.

O post está muito longo, vou continuar com essa história em outra ocasião para não ficar tão maçante. Até lá, fica reflexão sobre como tem sido seus gastos com o cartão de crédito :)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Da Armazenagem da Marmita

Eu tinha falado aqui sobre a marmita que levo para o trabalho mas fiquei devendo fotos para ilustrar melhor a coisa.
A lancheira é térmica, por dentro ela tem manta de alumínio revestida de plástico para facilitar a limpeza. Ela é bem compacta e tem dois compartimentos.

O que tem: uma latinha para guardar biscoito tipo Club Social, amendoim, um sanduíche de atum, um vidro que era de patê de castanhas com passas e embaixo, no plástico, um pote de vidro com salada de macarrão.

No compartimento de cima ainda tem um pacote de Nesfit embalado no plástico para manter a crocância e uma garrafinha que era de suco de uva Galiotto com suco em pó para poder misturar com água.

Essa é a reserva para comer durante todo o dia de hoje e observem que a maioria dos itens para armazenamento são reutilizáveis: os dois saquinho da Fini (aquela loja de doces. Tem um quiosque deles no shopping perto de onde moro e quando vou comprar algo lá, sempre guardo esses saquinhos úteis) são de um plástico resistente e tem fechamento ziplock e tenho usado eles desde novembro. O objetivo é embrulhar biscoito para manter fresco e a comida para ocasionalmente não vazar nem espalhar cheiro pela lancheira. Dá para lavar os saquinhos, por serem de bom material e deixar secar para reusar de boas. A garrafinha é de vidro, uma graça, e os potes também são. Gosto de tudo de vidro nem tanto por ser ecológico (apesar de ser um ponto muito positivo) mas porque mantém o sabor dos alimentos e por ser muito mais higiênico do que plástico (nojo daquelas marmitas de plástico que vão ficando com marca de faca no fundo conforme o uso e a sujeira vai acumulando nos buraquinhos - eca!).

Eu tenho uns 7 potes de vidro médios para congelar a marmita da semana, 6 mini potes de vidro para congelar feijão (tenho TOC em congelar feijão junto com a comida, acho que ele "enfeia" a marmita, então deixo separadinho, bonitinho) e 3 potes que eram de palmito e picles que esterilizei, tirei o rótulo e uso para armazenar saladas no pote ou mesmo sopas/caldos. 

Para tirar rótulos de embalagens de vidro like a boss é fácil: tire o rótulo o máximo que puder do jeito tradicional, isso é, arrancando na marra. Depois ponha água em uma panela e bote pra ferver. Misture detergente, água sanitária e vinagre na água e com cuidado coloque o pote nessa água. Espere uns 5 minutos. O calor vai amolecer o rótulo e a mistura vai esterilizar o vidro. Tire o pote com o auxílio de um pegador e esfregue bombril palha de aço na parte que ainda tenha cola do rótulo até remover. Prontinho!

O melhor disso é que você não precisará comprar potes nas lojas, é só reusar as conservas e compotas, mas não se empolgue tanto. Conheço gente que junta todos os potes vidros que aparecem e acabam acumulando tralhas que nunca usarão. O segredo é ser racional. 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Dos Meus Estudos de Espanhol

Há cerca de 4, 5 anos atrás fiz curso de espanhol na modalidade presencial por um ano e seis meses, que era o tempo que ele de fato durava. Ao final recebi o certificado e até que falava razoavelmente. Infelizmente na época eu dava aula para 13 turmas, estava na faculdade e, para piorar, estava noiva e cheia de obrigações chatas compromissos para resolver e por isso não pude me dedicar devidamente ao estudo do idioma. O erro na época foi a falta de foco, o querer agarrar tudo e no fim só dar conta de metade: o trabalho eu fiz bem e na faculdade eu passei de cara sem muitas preocupações. A outra metade que era ser fluente no espanhol e o noivado não deslancharam. Honestamente nunca lamentei o fiasco do noivado, na verdade eu fiquei feliz em romper, mas isso não importa agora. O que eu lamentei foi o espanhol porque comprei material, paguei as aulas e pouco me dediquei.
Daí que resolvi recomeçar do zero esse ano. Estou reusando o que dá do material que usei (sim, guardei porque sabia que um dia iria querer reusar) e usando material novo e estou dedicada e focada agora. Comecei em janeiro e estou estudando por conta própria. No mês que vem já termino o primeiro módulo, faltarão 3 e se eu mantiver tudo certinho termino antes de dezembro. A questão da conversação é problemática porque não tenho compañeros de clase con quien hablar então fico falando sozinha a louca, mas devo pagar umas aulinhas particulares para conversar e tirar dúvidas pontuais, caso algo do material não tenha ficado claro. Até o momento estou me saindo bem: escrevo bem o que é proposto, estou relembrando muito vocabulário e quebrando a cara com os verbos (a coisa que mais odeio no espanhol!) e o livro que estou lendo no momento é "Hannibal, el origen del mal", cujo filme necessito ver e provavelmente verei com o áudio em espanhol.
Coloquei no meu planner uma tabela do que preciso fazer por semana para ter um controle do que estou estudando. É bom que me faz me cobrar, é tão prazeroso marcar 'x' nas tarefas cumpridas :)
Rumo ao exame DELE em 2018!

sábado, 11 de fevereiro de 2017

De Como Cuido do Rosto

Esses dias atendi uma senhora que não se conformava com o fato de eu ter quase 26 anos. Ela disse que eu parecia uma adolescente e perguntou o que eu fazia para parecer mais nova. Exageros à parte, fiquei muito grata ao elogio e confesso que costumeiramente me dizem que pareço mais nova. A quem interessar, segue uma lista de coisas que entram na minha rotina de cuidados com o rosto:
  • Água. Bebo muita, mais de 3 litros por dia. Bebo até sem sentir sede, pois como diz aqui não é bom beber água só quando se sente sede. Minha garrafa tem capacidade para 800ml, considerando que encho ela umas 4 vezes ao dia... é água pra caramba.
  • Protetor solar. Uso diariamente desde os 17 anos e o motivo disso é bem tosco: aquele áudio do "use filtro solar do Pedro Bial". As pessoas tem motivações estranhas para fazer as coisas... De qualquer maneira, já são quase 10 anos de uso quase que diário e vario entre os fatores 30 e 50. Fora isso, quando o sol está de rachar, abro minha sombrinha ou coloco um boné pra proteger o rosto. No momento uso o L'oreal Expertise, encontrado facilmente nas Lojas Americanas, mas usei muito o da Renew - comprado nas promoções da revista Avon.
  • Óculos de sol. Não saio de casa sem! Tenho quase 10 modelos (desnecessário isso tudo, eu sei) e uso mesmo com o tempo mais ameno. Além de proteger a visão, os óculos protegem a pele fina ao redor dos olhos, o que evita ruguinhas precoces.
  • Asseio. Lavo o rosto 2x ao dia: pela manhã e à noite, sendo esta uma limpeza mais cuidadosa. Não uso produtos caros, minhas escolhas chegam a ser risíveis: um chumaço de algodão embebido em Leite de Rosas para tirar o grosso da maquiagem e impurezas e shampoo Johnson amarelo para lavar. Não uso tonificante porque o meu acabou e mesmo quando tinha eu nem usava com frequência.
  • Hidratação (somente à noite). O creme Nívea do potinho azul. A latinha de 29g custa entre 10 e 12 reais. Eu achava que ele era barato demais para ser bom e errei feio: hidrata bem, tem um cheirinho gostoso, clareia manchinhas e deixa a textura da pele maravilhosa na manhã seguinte. Só uso à noite porque ele é melequento, entretanto, a mim que tenho pele oleosa não causou espinhas ou cravos.
  • Minâncora. Falando em pele oleosa, costumo ter uma espinha ou outra às vezes e nesses casos aplico a pomada sobre elas à noite. O Minâncora uso também para as axilas, mas isso é para outro post.
  • Esfoliação. Eu uso um esfoliante da Granado 2x por semana, mas qualquer um serve, não é lá o produto mais importante do ritual.
  • Máscaras. Uma vez a cada vida a cada quinzena faço máscara de argila. Vario entre a preta e a rosa. Comprei os saquinho com o pó da argila para misturar com água filtrada. Infelizmente não sou tão disciplinada para usar com a frequência que deveria.
No fim das contas, não é necessário gastar tubos de dinheiro para manter uma rotina de cuidados com o rosto. O item mais caro é o protetor solar, mas ainda assim é mais barato do que protetores mais badalados (Minesol, Anthelios...) e em mim protege igual e igualmente não deixa meu rosto pegajoso. Fiz uma conta de padaria calculando o que gastei com cada produto (exceto a máscara e o esfoliante, que quando acabar será substituído por um caseiro) e o tempo que levo para consumi-los até o fim (o Minâncora eu levaria muito mais tempo para consumir se só usasse no rosto) e cheguei ao custo de R$ 17,80/mês. Menos de 20 reais por mês para cuidar do rosto está bem justo :)


A pele até que é boazinha mesmo :p