terça-feira, 27 de junho de 2017

Fechamento Junho

Olá, olá!

Passei o mês de junho trabalhando feito um diabo e negligencei o blog. A vida é feita de escolhas... Eu havia planejado as atividades físicas 5x na semana sem desculpas, falhei. Iniciar o módulo 3 do Espanhol, falhei. Estudar FIIs, até que sim, mas não foi tanto. Preferi ler mais sobre ações :)

Passei meu último fim de semana na chácara da minha avó no meio do mato, sem internet e foi energizante. Teve festa junina e com isso deu para participar de duas nesse mês. 

Hoje, enfim, apresentei meu artigo e fui aprovada :)

Livros que li: "Os Axiomas de Zurique" (bom), "Doutor Jivago" (horroso! Adoro o filme e o livro é decepcionante, cheio de personagens que não tem função, uma narrativa arrastada, larguei antes da metade porque é chato demais. Até "Os Irmãos Karamázovi" deu pra ler de maneira mais agradável.), "Como Água para Chocolate" (romance extraordinário, muito bom), "Bitcoin - A Moeda na Era Digital" (uma aula de Economia, bem legal), "O Cemitério" (devorei em dois dias. Longe de me dar medo, me instigou. Maravilhoso!) e estou fechando "Charles Chaplin - A Biografia Definitiva" e estou adorando porque tenho muito carinho por cinema antigo.

É só. Julho e agosto são meses que também trabalho bastante, então não garanto postagens muito regulares, mas vamos que vamos. O motivo da ausência é bom, pelo menos :)

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Mary Kay, Bino e Revendas em Geral

Será que é só a cara?

Olá, olá!

Eu já fui revendedora de produtos de catálogos. Durante um tempo vendi Avon, Demillus e Jequiti. Nunca tive problemas sérios e quando resolvi parar de vender foi porque não estava com saco para me dedicar mais. 

Se essas coisas davam retorno? Bem, na época que revendia Avon e Demillus, repassaei para minha mãe vender por mim na época que ela estava com o nome sujo e isso a ajudou a tirar uns trocados extras por mês porque ela conseguia vender pra miuta gente no seu trabalho. Em média, dá para ter 25% - 30% de lucro e se você não o gasta  comprando os produtos pra você (isso é muito tentador!), cobra direitinho e é prevenida, dá certo, sim. Porém, como qualquer trabalho, dá trabalho (eh, trocadilho) e seus clientes não vão brotar da terra: vai ter que correr atrás. No mais, acho muito válido vender essas coisas para fazer uma graninha a mais se você tem disciplina, boa vontade e outras habilidades que são necessárias para essa tarefa.

Entre as dezenas de coisas que podem ser vendidas por catálogo -Natura, Boticário, Abelha Rainha - tem a famigerada Mary Kay. Quem não conhece a marca, tem aqui na Wikipedia (em inglês). É a hstória de uma mulher do Texas que deu a volta por cima e criou sua própria empresa de cosméticos, tipicamente um sonho americano. Até aí, ok. No fim, são produtos de catálogo e é uma opção a mais de marca com as quais uma consultora pode trabalhar.

Só que ao contrário das outras tantas marca, a Mary Kay tem uma relação peculiar com suas consultoras... tem reuniões e incentivos como qualquer empresa, mas eles são -como posso dizer sem soar dramática?- incisivos em seu treinamento. 

Primeiramente, qualquer vendedora novata passa por uma processo de iniciação. O objetivo de cada revendedora é arrebanhar um número de iniciadas e a partir do que elas ganham, a 'lider' ganha em cima. É isso aqui, ó:
Crédito das imagens: aqui

Aí fica o questionamento: ok, mas qualquer outra marca de cosmético pode fazer isso aí. Sim, pode. E provavelmente faz mesmo. Entretanto, você nunca verá uma revendedora Avon, Natura, Eudora, Boticário, Jequiti, etc fazer escarcéu quando alguém vende esses mesmos produtos online ou acaba vendendo para alguém que já tem sua consultora. Na Mary Kay isso é um pecado mortal. Algumas consultoras MK agridem verbalmente suas concorrentes só por elas venderem os produtos no Facebook, por exemplo. Isso sem contar com o deslumbramento de "ganhar" o carro rosa... Inclusive, já vi esse carro pertinho do meu trabalho, ele existe mesmo. Mas para chegar nele, muita trouxa teve que dar o sangue em vendas para o diretor ganhar o carrinho dele. 

Para ilustrar o termo "trouxa" acima, vou contar a história de uma moça que trabalhava com a minha mãe. Ela tem a minha idade, tem depressão (ou bipolaridade ou coisa do tipo) e com isso tem períodos de muito otimismo e períodos de extremo pessimismo. Ela trabalhava no posto onde minha mãe está agora e, apesar de não ser funcionária pública, tinha muitas mordomias nesse emprego. Tirou um tempão de licença por causa do seu estado mental e depois que voltou pediu as contas. Ela pediu para sair de um emprego estável, pertinho da casa dela para... vender Mary Kay! Isso porque ela não poderia fazer as duas coisas ao mesmo tempo (coisa que daria caso ela vendesse qualquer outra marca) porque, de acordo com o treinamento que teve, precisava se dedicar de corpo e alma e seu atual emprego a atrapalhava. Trabalhei com um cara que também saiu do emprego para vender MK porque queria o carro rosa a todo custo. Tô falando sério!

Fica a dúvida se a marca faz lavagem cerebral ou se as pessoas tem a cabeça fraca. Além das pessoas que mencionei já estive com outros revendedores MK que falam da marca como se fosse uma verdadeira seita, é bem assustador. Por outro lado, conheço uma camelô que vende todas essas marcas de cosméticos que é super de boa. Como uma empreendedora, ela olha seus produtos a venda como geradores de receita e não como uma dádiva divina que lhe trará a riqueza. Não preciso dizer que ela já teve problemas com revendedoras MK que a viram como concorrente. 

Falando sobre a qualidade dos produtos: são ok. Já usei o kit de pele e acheimuito bom, já alguns itens de maquiagem achei normais, nada que justifique os preços. Honestamente, acho os preços muito caros para o que a marca promete, mas essa percepção é muito pessoal. 

Por fim, eu não odeio MK. Assim como dona Lúcia (a camelô) sei que é algo que dá pra vender e isso é o que importa. O que eu fico chocada é o deslumbre que a marca proporciona às revendedoras, deslumbre esse que não acontece com suas concorrentes. Isso é preocupante, principalmente depois de conhecer duas pessoas que abandonaram seus trabalhos para se dedicar a isso. Não estou falando de pessoas que saíram para empreender, são pessoas que saíram atrás de um sonho incutido na cabeça delas através de um discurso cheio de lorotas. É tipo Herbalife*, no fim das contas. Quem quer uma renda extra pode se dar bem se mantiver senso crítico e cabeça no lugar. Se não tiver isso, indico o selo:


*Se você procurar no Google vai ver alguns posts de pessoas falando que Herbalife é do capeta, etc etc. Eu discordo totalmente, Não é porque a marca tem um discurso estilo lavagem cerebral e porque as pessoas tem a mente fraca que satanás está envolvido. 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Onde Investi? Junho

Olá, olá!

Momento motivacional: faltam só 6 meses para eu acabar de montar o colchão de segurança! Quando dezembro chegar, terei um ano de gastos reservados. Sei que um ano pode parecer um prazo longo pra mim, que moro com meus pais, mas é o valor que pus como meta quando comecei a investir, foi o que me motivou a chegar até aqui. Tudo o que veio no caminho, como ação e FII aconteceu como consequência, apenas. 

Receitas:
Salário
Vendas no Enjoei
Aulas particulares

Investi:
76% em CDB liquidez diária
16% em ações (programei Ambev e Weg)
8% em FII 

Falando desse FII, ele era o dinheirinho que eu ia aportar no Tesouro IPCA, mas mudei de ideia. E como eu achei difícil analisar FII! Acho mais agradável e compressível ler sobre ações. 

Enfim, é o que tem pro mês :)

segunda-feira, 5 de junho de 2017

To Do List de Junho

Olá, olá!

Só gostaria de registrar que, juntamente com janeiro, junho é meu mês favorito do ano. Vamos às tarefas:
  • Fazer exercícios 5x por semana, sem desculpas. (Aos que possam achar essa meta repetitiva, digo em minha defesa que se eu não fizer isso pra me motivar a coisa não anda.)
  • Estudar sobre FIIs.
  • Começar o módulo 3 do espanhol (me dei um recesso um tanto quanto longo em maio...)
E é só isso mesmo porque quero que junho seja leve. Eu havia dito aqui que minha renda extra havia terminado, já que meu aluno já tinha feito a prova de inglês e tals, mas a boa notícia é que fui "recontratada" pela mãe desse mesmo aluno para dar aulas de redação - a coisa aconteceu no dia seguinte ao post. Pela primeira aula que tivemos no sábado já deu pra ver que teremos trabalho... que bom!

Uma observação meio redudante, mas que gostaria de dizer anyway é que metas de trabalho (o meu trabalho regular) eu não coloco aqui porque eu tenho meu próprio caderno pra isso e meu trabalho não é lá a coisa mais divertida para que eu fique falando sobre as metas dele por aqui. 

Junho também é o mês do dia dos namorados, o qual passarei só mas acho fofo quem vai passar com suas outras metades. Evitem os excessos e locais de pico - risadinha maliciosa - nesse dia que vão cobrar os olhos da cara e provavelmente farão um serviço ruim, devido à demanda. Aproveitem pechinchas e, mais do que tudo, sejam a companhia perfeita para a data. De nada adianta um presente maneiro se você estiver com mau hálito ou se simplesmente o relacionamento estiver falido. 

Esse também é o mês de aniversário do meu pai que todo ano manda a gente decorar a casa com tema junino e fica tocando músicas típicas durante 30 fucking dias. Continuo amando junho apesar disso :p

sexta-feira, 2 de junho de 2017

WTF, Sofisa?

Disappointed but not surprised.

Olá, olá!

Pegando carona na postagem do Stifler, gostaria de contar minha experiência com o cartão Sofisa. Pra quem estava procurando água em Marte ou não viu o post mencionado acima, vou resumir: Sofisa lançou um cartão presumidamente de débito que te possibilita fazer 2 saques por mês e... é isso o que ele faz. Eu havia solicitado o dito cujo e ele chegou ontem. Abri o envelope e no informe falava que era para usá-lo na função crédito mas ele não é crédito* o.O Não desbloqueei o belo, fui hoje no chat do banco pra entender melhor e me foi dito que é para usar como crédito, mas no fim do dia o valor é debitado da conta corrente (não dá pra usar ele em estabelecimentos que só aceitam débito) e, como imaginei, ele não debita do CDB de liquidez diária.

Minha experiência com o cartão Sofisa: coito interrompido. Não vai rolar. Se era pra fazer frente com o Intermedium (era?) eu acho que não preciso dizer que não fez (opa, acabei de dizer!) Enfim, nem vou desbloquear. Acho que o único motivo que valha a pena ter seria... bem, resgatei o CDB e por algum motivo não fiz TED pra outro banco, aí eu de fato precisarei sacar direto dele no caixa 24. É a típica situação "vai que..." O banco continua sendo bom, meu relacionamento continua firme, mas cartão que é bom nada, pelo menos por enquanto.

* Suco de tamarindo que parece limão e tem gosto de groselha.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Fechamento das Metas de Maio

Ufa!

Olá, olá!

Vamos a elas:
  • Terminei aos 45 do segundo tempo o segundo módulo de espanhol. Notas boas, mas deveria ter me dedicado mais. ¡Dale, dale! Tengo que tener fluidez...
  • Não marcaram comigo a data da apesentação do meu artigo ainda. Not my fault. Estou com os registros dos e-mails que mandei tanto para a orientadora quanto para a coordenação perguntando quando seria. Vamos aguardar.
  • Em maio eu passei uma semana sem fazer exercício. "Compensei" na semana passada que fiz todos os dias, mas nesse mês fui realaxada =/
  • Sem renda extra, por enquanto. Consegui fazer duas vendas no Enjoei, pelo menos.
  • Li 5 livros: "1984" (estava há anos querendo ler, muito bom), "A Casa das Sete Mulheres" (chorei litros), "O Homem que Calculava", "Manual do Pequeno Investidor em Ações" e "Menos É Mais". 
Meus investimentos: o circuit break puxou meu fundo de debêntures incentivadas e tesouro IPCA pra baixo, mas o CDB, LCI e as ações fizeram o contraponto. Já que tudo atrelado a IPCA é pra longuíssimo prazo, está tudo belo. 

Filme do mês: "Metropolis". Eu, uma odiadora de filmes de ficção científica me rendi! Já entrou na lista dos meus filmes favoritos e estou extremamente chocada por uma coisa tão bem feita e foda ter sido feita em 1927. Tem ele no YouTube e essa versão é com uma trilha sonora/sonoplastia atual e o efeito é... perfeito. Pros que preferirem a versão original, é só procurar que tem no YouTube também.

OBS: os comentários, infelizmente, estão sendo moderados. Apesar de amar a liberdade, vou ter que censurar o Michele e o cara que viaja me imaginando dando aula de inglês. Lamentável *rolls eyes*

terça-feira, 30 de maio de 2017

Menos É Mais

Imagem autoexplicativa.

É como dizem os ditados: "o que está feito, está feito" e "não se pode chorar pelo leite derramado", mas a reflexão será útil. Esses dias estava verificando o valor da minha fatura do cartão - como se eu já não soubesse exatamente quanto teria que pagar - e comparei com a fatura do ano passado. Eis o resultado: reduzi 85% das compras com o cartão de crédito.

Ok, 85% é só um número apenas, mas olhando o descritivo das compras foi que eu fiquei mais triste: pelo menos 50% do que comprei em junho/2016 não foram compras de qualidade. A maior parte dos gastos foram com compras compulsivas, daquelas que a gente compra o mais do mesmo e quando está se sentindo vazio - tipo quando se vai ao shopping no fim de um dia ruim no trabalho, aí você compra uma pá de coisas porque você merece - e que eu nem usei tanto pra compensar tantos gastos. Tem coisa na fatura que eu comprei duplicada pra fazer estoque e até hoje o primeiro item não acabou. Compras burras, sabe? Olhando friamente, a fatura comportava meu salário, ou seja, eu pude pagar no mês seguinte, mas eu tinha outros gastos fora da fatura (a pós e os gastos em casa) e nunca me sobrava trocado algum. Se eu entrasse em alguma emergência, era com o cartão que pagaria e aí recomeçava o ciclo... Isso terminou (meio que por mal) no fim do ano passado quando gastei todo meu pagamento e quase todo meu 13º pra quitar fatura de cartão que, por descuido, tinha virado bola de neve. De lá pra cá tanta coisa mudou!
  • Roupas: não comprei nada novo desde antes de dezembro/2016. Honestamente, não precisei até agora. Coloquei pra consertar umas calças (ajustes com apertar, bainha, tingir, etc) e foi tudo. [1/4 do meu guarda-roupa eu doei em janeiro, era muita bagunça e havia roupas que fazia mais de um anoq ue eu não usava]
  • Maquiagem: uma das resoluções de 2017 foi não comprar mais nenhum item sequer e até agora estou sendo fiel (é, eu tinha muita maquiagem...) [Já consegui vender duas paletas de sombra até agora]
  • Calçados: nenhum até o momento. Não estou precisando de nadinha por enquanto. [Alguns pares de sapatos doados]
  • Bolsa: também não comprei e ainda ganhei uma de aniversário.
  • Bijuteria ou jóia: Nãaaao! Doei muitas no começo do ano e tudo o que preciso é de distância disso. Parece que se multiplica e eu nunca uso tudo que tenho. [Vendi um anel e tudo]
  • Perfume: acho que até 2020 consigo ficar cheirosa com o que tenho. [Vendi os perfumes que já tinham me enjoado, dei alguns pros meus pais também porque eles parecem que bebem perfume]
  • Livros: se eu já não era de comprar (PDF é vida, minha gente!), hoje em dia com o Kindle (provavelmente a melhor compra de 2017) é que eu não compro mesmo. Exceções: pedi 2 livros de aniversário porque não tinha na internet e ainda pedi pra comprarem no Estante Virtual porque não tenho frescura de ler livro usado. Pelo amor de Deus, é só um livro. [De livro físico eu tenho 5: "As Relações Perigosas" (meu livro favorito da vida!), os dois volumes de "...E o Vento Levou", "O Clã de Rhett Butler" que ainda não li e "O Livro da Economia". E só, o resto eu pego emprestado ou baixo] 
Bom, esses eram os itens com os quais mais joguei dinheiro fora. Também reduzi as visitas ao cabeleireiro e manicure, deixando pra ir só quando eu não souber o que fazer (cortar cabelo e mexer com químicas) porque não quero que meu cabelo caia. Ainda como fora às vezes, saio pra passear  e fiz uma viagem em janeiro desse ano (pagando tudo a vista, que delícia!) porque de certos prazeres eu não abro mão. Mas agora faço as coisas com a consciência e com o bolso tranquilos. Não há dinheiro que pague!