quinta-feira, 23 de março de 2017

Mudança de Hábito

Referências, meus caros.

Não, eu ainda não virei freira. Mas estou na penitência de tentar readquirir o hábito de fazer minhas atividades físicas cedo pela manhã. Definitivamente não consigo fazer à noite (sou velha, noite foi feita pra dormir) então sobra a manhã. Sem dificuldade alguma coloco meu despertador para tocar às 6:00 e já às 5:49 eu acordo sozinha, isso é de boa. Só que aí Satanás ataca e eu fico fuxicando o Facebook e fazendo vários nadas até... porque minha cama foi feita pra 1- fazer vários nadas e 2- dormir. Então o hábito que estou tentando eliminar é justamente o de ficar na cama e isso quase dói. No entanto, ao contrário de semana passada na qual caminhei 1 (um) dia frustrando desavergonhadmaente o que me propus fazer aqui, nessa semana já consegui caminhar por 3 dias seguidos. Resolvi otimizar meu tempo e ao invés de ouvir música, optei por ouvir a CBN e com isso eu me exercito, ganho a vitamina D do dia e me informo ao mesmo tempo. No domingo recomeço com a bike.

Outro hábito que estou inserindo é o de estudar algo fora da pós e do espanhol. Comecei um curso de Macroeconomia no Coursera e estou relembrando o que vi na faculdade. Acho isso muito útil quando já estamos formados, porque não sei quanto a vocês, mas eu já esqueci muita coisa legal que vi na época que estudava por não estar praticando. Claro que peguei um tema que me interessa pra estudar, eu não sou louca de ficar estudando Pesquisa Operacional (credo em cruz!) mas isso já tá valendo. Muita gente reclama de Administração porque é muito generalista, sai da faculdade sem saber pra onde ir, etc. Eu não vejo por esse lado, acho que é só buscar uma especialiazação em algo que 1- você já está trabalhando ou 2- você se interessou na faculdade. No meu caso foi o 1, mas nada me impede que eu faça cursos extras sobre as matérias que me apeteciam. E no final das contas, o Coursera é grátis.

Então, minha semana com Whoopi Goldberg mudanças de hábitos ficou: 1- sair da cama às 6:30 para fazer 45 (juro que isso vai subir pra 50!) minutos de exercícios, 5 dias por semana, 2- fazer 2 dias de curso no Coursera. E também vou diminuir o Facebook, porque a meia hora entre a hora que acordo e saio da cama poderá ser melhor aproveitada lendo (estou terminando "Os Maias") ou vendo algum vídeo útil no Youtube.

Valha-me Deus!

terça-feira, 21 de março de 2017

Os Países Mais Felizes

Olá, olá.

Estava eu caminhando e escutando a CBN no celular quando ouvi sobre o resultado de uma pesquisa sobre os países mais felizes do mundo. O Brasil caiu 5 posições, ficando em 22º (e é o 3º mais feliz na América Latina, depois de Costa Rica e Chile), isso provavelmente porque alguns dos quocientes dessa medidas são a confiança na sociedade e confiança no Governo (risos). Os lugares mais felizes foram: 1º Noruega, 2º Dinamarca, 3º Islândia, 4º Suíça e 5º Finlândia. Eu poderia ser leviana e dizer que é por causa do frio, coisa que adoro, mas o clima não colabora, ao contrário, a falta de sol - comum nos países escandinavos - pode levar a uma espécie de depressão sazonal. O que faz com que esses 5 países sejam tão felizes são, entre diversos outros fatores, as ótimas taxas de IDH e baixo nível de corrupção e desigualdade social*.

Ainda assim, o Brasil ficou numa boa posição se considerarmos que 155 países foram avaliados. É aquilo, sempre tem gente em pior situação que a gente, mas acho que estamos muito generosos com nós mesmos ou nos contentamos muito facilmente...

* Sobre a igualdade social dos países que ficaram bem na pesquisa: é o tipo de igualdade na qual todo mundo está bem e não o tipo de igualdade onde todo mundo passa fome, típica de regimes comunistas. Muito cuidado com o uso da palavra "igualdade"! 

Fonte da notícia: aqui

segunda-feira, 20 de março de 2017

Como Organizo Minhas Finanças

Olá, Olá.

Posso não ser a pessoa mais organizada do mundo, mas me esforço muito em ser, sobretudo nas finanças. Se há uns 5 meses atrás eu nem olhava o meu extrato bancário ou os lançamentos da fatura em aberto do cartão para não sofrer, hoje sofro se não tiver total controle sobre essas informações. Então, sem mais delongas o que uso:

  • Planilha de orçamento pessoal do blog Morando Sozinha. É a planilha mais linda de finanças que já vi, simplesmente. Fiz algumas alterações e voilá, está tudo em dia.
  • Planilha de acompanhamento de rendimentos do blog Além da Poupança. Uso essa porque a planilha da Fran Guarniri não foca em investimentos e sim em orçamento. Eu até poderia juntar tudo numa coisa só mas minhas habilidades no Excel são lamentáveis acho que fica mais organizado ter uma planilha para cada coisa.
  • Meu querido Planner. Adoro passar coisas pro papel e por isso não uso aplicativo algum de finanças. Eu tenho um caderninho tipo Moleskine na bolsa que me acompanha pra onde eu vou para anotar compromissos, idéias, compras que fiz etc. Aí semanalmente coloco na minha lista de orçamento do Planner todas as minhas entradas e saídas e 1 ou 2 vezes ao mês pego essas informações e coloco no Excel. Pode parecer trabalhoso - e deve ser mesmo - mas comigo funciona muito bem. Já tentei usar o site Minhas Economias, fiz um lançamento errado e não soube como mudar e aquilo me perseguiu pro próximo mês e eu me estressei e larguei de mão. Acho divertido fazer as coisas da maneira que expliquei e deve ser por isso que tenho mantido bem o hábito.
Fora isso, olho o Internet Banking do Santander para ver os lançamentos da fatura do cartão Free e duas vezes ao mês os meus investimentos em outros bancos e na corretora, geralmente no começo do mês para aplicar e no fim para preencher a planilha de rendimentos. Só tem um dinheiro que eu não contabilizo no orçamento: as moedas que junto num copo da Mulher Maravilha que são sobras de troco ou moedas que acho pelo chão (incrivelmente acho com certa frequência). Esse dinheiro pra mim não existe, só vai virar alguma coisa quando eu atingir 100 Temers (estou em 16) ou quando dezembro chegar. O que vier primeiro.

Como é a organização do orçamento de vocês?

domingo, 19 de março de 2017

Ninguém Tem Direito à Felicidade

Olá, olá.

O título pode parecer sensacionalista, mas o texto - prometo - não é uma ode à dor e ao sofrimento, longe disso! É que seguindo a linha de raciocínio dos meus últimos posts, gostaria de incluir esta antiga postagem do Professor Money (sim, copiei o mesmo título) que fala sobre como alguns pais incutem nos filhos a idéia de que eles merecem ser felizes. Sempre. Sem restrições. 

Saindo um pouco de Neverland (ou Narnia, ou o País das Maravilhas), sabemos que felicidade é um estado e que fazemos muitas coisas na visando estarmos felizes o maior tempo possível e isso está absolutamente correto. O que não faz sentido é enxergar a felicidade como um direito supremo que deve vir a nós sem esforços, coisas que ~certos pais~ ensinam a sua prole.

O hábito de só dizer sim e compensar coisas, seja o pouco tempo passado com os filhos ou o fato de haver um divórcio só dá à criança uma desagradável sensação de que o mundo lhe deve alguma coisa e que se ela não tem sucesso em algo é por causa da injustiça do mundo. Sim, o mundo é injusto. Entretanto, o mundo dificilmente ajudará quem não faz por merecer (e quando o mundo faz isso ele está sendo injusto, é um ciclo sem fim de injustiça hehe). Em outras palavras, o mundo está cagando e andando se você é do bem caso não esteja produzindo nada. Se você não está atento não verá as (raras) oportunidades que brotam na sua vida. E esse tipo de ensinamento deve ser dado ao indivíduo desde que ele é pequeno: a felicidade não se ganha, se conquista

Vou ilustrar o post: tenho uma prima que pertence ao lado mais rico da família. Meu tio tem um bom emprego e sempre deu a ela tudo do bom e do melhor. Minha prima é 4 anos mais velha do que eu e nunca trabalhou de verdade. Quando mais nova, meu tio pagou pra ela um curso de pré vestibular por 2 anos cuja mensalidade na época custava quase o que custa uma faculdade particular. Isso porque ela queria fazer faculdade pública, mas nunca desejou uma carreira, o negócio era ter diploma de faculdade pública. Passou em Pedagogia porque foi a que deu pra passar. Ela nunca desejou lecionar e nem trabalhar com crianças ou gestão escolar. Quando se formou, meu tio abriu pra ela um escritório de RH no centro da cidade. Ela fez uma parceria com uma amiga da família que já era uma psicóloga experiente, mas a empresa não durou um ano. Aí meu tio ficou extremamente puto: em quase 30 anos de existência minha prima só esteve na aba dele. Só que já era tarde: como você força alguém com mais de 25 anos a trabalhar assim, do nada (ok, a maioria de nós forçaria na boa, mas meus tios são muito condescendentes.)

Ah, minha prima namora um cara há quase 10 anos e nem sonha em sair de casa para se casar. É o único caso que conheço que a mulher enrola o cara pra não casar e não o contrário. O cara, engenheiro, ganha razoavelmente bem (nos padrões Jacqueline ele ganha muito bem, nos padrões prima da Jacqueline ele ganha mal, então vou deixar no 'razoável') mas caso ele case com ela, a renda dele vai ser dividida por 2, logo, ele não ganha tão bem assim. Isso porque minha prima nunca vai trabalhar. Ela se diz concurseira, mas nem se inscreve em concursos porque "pagam mal". Ela não vai sair da casa dela com todo o conforto que tem pra casar e cuidar de uma casa (sendo que nem um ovo ela sabe fritar, minha tia faz tudo na casa pra poupá-la) e - pior - ter que trabalhar, talvez. 

Meu tio está desesperado. Ele está doido pra que a filha balzaquiana 1- saia de casa para casar ou 2- trabalhe, simplesmente e não sabe o que fazer. Todas as vezes que discutia com minha prima sobre isso, minha tia intervinha para defendê-la e duas contra um é covardia. Eu vejo isso de longe e morro de pena dele, mas tenho a sensatez de notar que isso foi algo que ele mesmo gerou lá atrás, quando achava que minha prima tinha direito à felicidade.

Portanto, meus caros, se alguém tiver filhos pequenos ou contato com crianças ensine-os desde já a fazer por merecer, a correr atrás, a conquistar. Porque tudo o que vem de mão beijada fica assim: moroso, vazio, acomodado.

sábado, 18 de março de 2017

Que Geração Chata! - Parte 2

Olá, olá.

Dando prosseguimento a esta postagem, sigo agora falando de como lido com ~certos millennials~ e uma figura ainda pior do que eles: seus pais. Os pais dos millennials, eu não sei porque acontece, sofrem de uma espécie de culpa, um complexo de "oh, meu Deus não tenho tempo para passar com meu filho então vou arregar pra ele" que me irrita litros. Com isso, vejo um bando de gente frouxa que não consegue estudar e trabalhar ao mesmo tempo (mas tem tempo pra passar o dia inteiro com o traseirinho sentado jogando ou de bate-papo no whatsapp) e que larga as coisas na primeira dificuldadezinha que tem. Eu não sou muito persistente. Eu perco o encanto das coisas muito facilmente. Inicio um projeto e logo depois largo pra lá. Entretanto, eu (e muita gente que tem noção) não largo coisas que me beneficiam: um curso pra eu me aperfeiçoar, um trabalho pra eu poder comprar minhas coisas. E o que mais vejo é gente que larga o curso de idiomas porque fica muito cansada de ir estudar depois do trabalho - ou pior! - da escola. "É muito sacrificante, tadinho. Ele não está acostumado com essa rotina", me diz a mãe com aquele tom de voz de pena. Como resultado, o cara nunca vai poder passar por mudanças na rotina ou por turbulências porque ele não está acostumado, coitadinho

Para piorar, tem aquela gente nem-nem: nem trabalha nem estuda. Não trabalha porque quer se qualificar para um emprego melhor, não estuda porque não tem como pagar porque não trabalha e segue o loop. Claro que há a recessão e uns dos mais afetados são justamente os que estão em busca do primeiro emprego, mas os nem-nem já existiam muito antes disso. E, adicionalmente, em uma crise, dependendo do tipo de emprego, contrata-se mais pessoas inexperientes justamente por elas serem inexperimentes e não custarem tão caro quanto um funcionário mais qualificado. Provavelmente este não será um cargo maravilhoso, mas é uma colocação. E para quem nunca trabalhou quase qualquer colocação é lucro, pois trará experiência e uns trocados que poderão ser gastos sem ter que pedir pro papai. 

O problema é que os millennials não querem ralar. Não querem passar por privações, frustrações e preocupações. Essa é a geração do "palavras machucam". É a geração dos pais que se sentem culpados por estarem ausentes. É a geração do Merthiolate que não arde. É a geração do politicamente correto, também. Problematiza a coisa toda no Facebook, mas é incapaz de entender que quando a gente paga o INSS, essa grana não vai pra nossa conta e sim pra pagar os aposentados de hoje e que quando nos aposentarmos pode ser que simplesmente não haja gente suficiente trabalhando pra pagar nossa conta, para dar um exemplo atual. É a geração que o discordar é discurso de ódio. 

Deus sabe o quanto eu me fudi pra conciliar faculdade, trabalho e cursos. Não estou me engrandecendo por isso, não, até porque estudo feito um asno e até hoje não fiquei rica hahaha. Estou só explicando que, se fazendo isso tudo já é difícil, imagine sem fazer!

Isso tudo é um desabafo de uma millennial que detesta - seria isso um discurso de ódio? - essa geração mimizenta de gente preguiçosa (Y) e que está sendo seguida de uma geração ainda pior (Z) porque esses danadinhos já nasceram colados no celular. É óbvio que há pessoas maravilhosas em todas as gerações e eu seria injusta de dizer que todo mundo que nasceu a partir de 1990 é acomodado. E, como disse antes, a atitude de certos pais contribui para que muitos dos millennials sejam esse poço de sensibilidade e languidez (palavras fofas para 'frescura' e 'preguiça').

Agora que fiz essa ressalva, posso sumarizar tudo: oh, gentinha chata!

sexta-feira, 17 de março de 2017

Que Geração Chata! - Parte 1

Olá, olá.


Inspirada numa postagem no blog Conhecimento Financeiro, resolvi falar um pouco sobre como tenho notado a péssima formação dos millennials e os da Geração Z. Uma breve explicação sociológica para quem não sabe o que são esses termos: millennials – também chamados de Geração Y – são os nascidos entre o fim da década de 1980 e metade da década de 1990 e a Geração Y sõa os nascidos a partir de 1995. Você pode encontrar algo um pouco mais abrangente e não muito maçante aqui e aqui. Vou dividir esse post em partes e vou iniciar falando sobre mim.

Bom, eu sou uma millennial nascida em 1991. Sou de um período maravilhoso no qual havia brincadeiras ao ar livre, brinquedos old school e uma outra novidade tecnológica. Joguei Super Mario World, mas também brinquei de bonecas. Fiz pesquisas escolares usando enciclopédia Larousse e aos poucos fui trocando pela Internet. Eu nasci com um celular na mão, fui acompanhando sua popularização com o passar dos anos - nos anos 90 celular era uma coisa feia, grande e de rico.

Quanto à educação que tive, não posso me queixar: mesmo sendo filha única e tendo as regalias desse posto, nunca me estragaram. Meu pai, quando era criança, tinha dois empregos (tipo o Julius Rock) e um deles era como professor em uma escola particular. Nessa escola eu estudei até a 2ª série do primário (seja lá como chamem isso hoje em dia) mas aí a escola faliu e fui mandada pra uma escola pública. Minha vida aos 8 anos foi do céu ao inferno, mas não pelo fato de a escola ser pública. É que eu estudava de manhã e nessa escola só tinha vaga à tarde, aí minha rotina mudou totalmente e eu sempre gostei de acordar cedo. Odiava passar a tarde na escola e depois chegar em case de noitinha, aquilo era um pesadelo... Porém nem tudo foi ruim, porque aprendi algumas coisas novas: a comer de tudo (na escola particular eu comprava ou levava lanche de casa, na pública minha mãe mandava eu comer o que tinha lá), a socializar mais (na particular minha turma tinha 6 alunos no total, na pública uns 30) e que nem tudo é como eu queria (haja vista a troca de horário). 

No ano seguinte, consegui ser trocada para o período da manhã e a sorte voltou a sorrir pra mim. Da outra escola eu nem sentia falta porque - estranhamente - a escola pública era melhor: a gente cantava hino toda segunda-feira de manhã e nos outros dias umas músicas da MPB, ganhava uns materiais da prefeitura e tinha lanche grátis (não vou entrar no mérito dos impostos porque, veja bem, eu era uma criança na época e era assim que eu enxergava as coisas). O ensino, se bobear, era até melhor também porque eu não defiência alguma de conteúdo quando fui para o ginásio (seja lá como chamam isso hoje em dia). Em resumo, até o fim do Ensino Médio eu estudei em escola pública. Seja por muita sorte, seja por esforço meu e dos meus pais sempre estudei em boas escolas. No Ensino Médio, infelizmente, peguei greve de professor de química e física, mas o desfalque foi solucionado e o conteúdo dado depois. Em 2006 eu estava em uma escola pública que tinha ar condicionado e projetor, além de professores muito qualificados e empenhados - isso era uma riqueza na época. 

Como meus pais não pagavam escola, pagaram um curso de inglês, infomrática e rotinas administrativas, cada um a seu tempo. Eu conciliava bem os estudos e nunca tive notas baixas em matéria alguma. Até química e física, coisas que odeio até hoje, eu ia bem. Terminei a escola, passei um ano sem estudar (só mantendo os cursos extras) e depois entrei em uma faculdade particular no bairro onde morava, com bolsa de 100%. Paralelo a isso, aos 17 comecei a dar aulas de inglês como monitora e quando finalizei o curso comecei a colocar currículos para trabalhar na área. Foi um ano de muita entrevista (algumas minha mãe ia comigo porque eram lugares distantes) e em agosto de 2009 tive minha carteira assinada pela primeira vez. De lá pra cá trabalhei e estudei direto. Sempre gostei de estudar, na verdade, quando terminei a faculdade tratei de iniciar uma pós, pois sempre considerei Administração algo incompleto por ser muito generalista, então escolhi uma pós na minha área de atuação e foi uma boa opção.

Como professora, dei aula tanto para crianças quanto para adolescentes e adultos. Dado que estou há um bom tempo lidando com todo tipo de pessoas, tenho uma certa experiência para dizer que: oh gente frouxa esse povinho da geração Y e que gente sem bolas esse povo da geração Z! 

A continuação desse post fica para mais adiante. Nesse eu só queria me apresentar um pouco mais para dar um melhor pano de fundo para o que vou falar no próximo.

quarta-feira, 15 de março de 2017

DIY 2 - Capa Kindle

Olá, olá.

Como tinha dito aqui, fiquei de fazer uma capinha mais profissional para o Kindle. Aí, vasculhei pela internet.com e vi uns tutoriais de como transformar um livro num porta Kindle. O processo é bem chato: pegue um livro, cole todas as páginas dele, meça o Kindle dentro dele, tire as medidas e com um estilete vá cortando o miolo. Tipo isso aqui:


Eu tentei e não deu certo. As folhas foram de desfazendo, ficou um buraco horroso e o Kindle não encaixava nem por um cacete. Aí perdi a paciência e  arranquei o miolo todo do livro e fiz de outra forma. Como o livro ficou oco por dentro, aproveitei o material da própria caixa do Kindle, fiz uma "caminha" para acomodá-lo, passei contact em volta para reforçar, colei com super cola, usei uns elásticos para firmar o aparelho e voilá:

Livro fechado.

Livro aberto.

Resultado seguro e confortável. O Kindle é quase da mesma espessura da capa desse livro, ou seja, quando ele está fechado fica de fato parecendo um livro fechado, coisa mais engenhosa isso. Vai ser engraçado me verem com o mesmo livo na mão ad infinitum, mas sempre poderei dizer que sou uma grande fã de Nathaniel Hawthorne (dele recomendo o livro A Letra Escarlate, inclusive). Só tenho um arrependimento: não li A Casa das Setes Torres antes de retalhá-lo e não acho o PDF dele para baixar... Bem, a vida é feita de escolhas :p